5 dicas para diminuir a solidão na rotina da quarentena

Publicado em: 08/04/2020 Por Assessoria de Imprensa SUPERA

Estamos vivendo um período desafiador de quarentena, que envolve a adoção de medidas preventivas contra uma doença respiratória altamente contagiosa: a COVID-19, causada pelo coronavírus.

5 dicas para diminuir a solidão na rotina da quarentena - SUPERA - Ginástica para o Cérebro
Na coluna da gerontóloga Thais Bento Lima da semana, trazemos dicas para enfrentar a solidão e aumentar a interação social durante o período de quarentena.

É um momento em que, principalmente, os indivíduos com 60 anos ou mais apresentam um aumento de sentimentos de estresse, tristeza, ansiedade, medo e a sensação de solidão, por ter que mudar provisoriamente a sua rotina, em decorrência do isolamento social.

Com base nisso nós, gerontólogos, temos discutido algumas dicas interessantes para que seja possível ressignificar este processo, com atividades que sejam prazerosas e que possam amenizar os sentimentos negativos decorrentes da quarentena. Separamos algumas dicas que podem ajudar

  1. Comunique-se: Uma série de estudos associam o bem-estar e a saúde com a rede de contatos e suporte social. Então, se você é uma pessoa idosa ou um familiar de um idoso, invista em ligações telefônicas para os seus contatos e amigos. Procure se aproximar dos que lhe trazem bem-estar e relembre momentos alegres que passaram juntos;
  2. Interaja socialmente na internet: Hoje, as tecnologias da informação auxiliam a interação social sem sair de casa. Embora saibamos que nem todos os idosos sabem usar a internet, aproveite a quarentena para aprender a usar o WhatsApp, redes sociais – como o Facebook e o Instagram – e experimente conhecer aplicativos de jogos, viagens, compras ou de informações educativas, utilizados por seus netos ou por pessoas de gerações mais jovens.
  3. Pratique atividades intelectuais e de estimulação cognitiva: alguns exemplos: olhar o calendário todos os dias marcando um X na data em que estamos, fazer jogos como caça-palavras, realizar leituras grifando as ideias principais do texto e fazer perguntas nos capítulos lidos, para que você possa respondê-las depois. Pratique jogos de tabuleiro como dama, xadrez – estes jogos estimulam o raciocínio e o planejamento. Faça jogos dos sete/oito erros, quebra-cabeças, exercícios de ginástica para o cérebro – estes jogos auxiliam na melhora da atenção e concentração. Lembre-se: a atenção é a primeira etapa da memória; por isso, conseguirá memorizar as informações de modo mais eficaz. Dance – a dança é um estímulo físico e intelectual ao mesmo tempo. São atividades que nos auxiliam a exercitar o nosso cérebro e a mantê-lo em ativo;
  4. Faça novas receitas: Experimente fazer um prato novo ou diferente. Muitas pessoas que vivem sozinhas ou cozinham para si mesmas não possuem motivação para comer. Mas sabemos que uma boa alimentação é uma das chaves para o envelhecimento saudável e para se proteger de doenças. Então, invista numa alimentação saborosa e ao mesmo tempo saudável, com frutas, legumes e proteínas. E não se esqueça de manter-se hidratado sempre! 🙂
  5. Ouça músicas: Relembre as músicas que lhe trazem boas memórias. A música é um poderoso instrumento de socialização e de resgate de lembranças vividas e emoções positivas. Por meio dela, partilhamos sentimentos e as memórias da vida. Escolha um cantor predileto por dia e deixe seu dia mais preenchido.

Voltaremos em breve com mais dicas sobre o preenchimento de rotina e otimização de sentimentos positivos na quarentena. Cuide-se!

Texto escrito por: Prof. Dr. Henrique Salmazo-Silva, Gerontólogo EACH/USP, Doutor em Neurociências e Cognição pela UFABC. Prof. Dr. do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília e vice-presidente da Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) e Profa. Dra. Thais Bento Lima-Silva, Docente do curso de Graduação em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP), Coordenadora do curso de pós-graduação em Gerontologia da Faculdade Paulista de Serviço Social (FAPSS), pesquisadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e conselheira executiva da Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) e colunista do site do Método SUPERA.

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