O amor faz bem ao cérebro

Publicado em: 13/06/2019 por: Assessoria de Imprensa SUPERA

“É o amor, que mexe com a minha cabeça e me deixa assim!” Assim como diz a canção, o amor é um dos sentimentos que mais mexe com o nosso cérebro! Ele faz com que surjam borboletas no estômago e ainda nos faz imaginar um futuro ao lado da pessoa por quem estamos apaixonados. A mão sua, o coração dispara, perdemos noites de sono… Será que existe uma explicação científica para todos essas reações no nosso corpo quando estamos apaixonados?

O amor faz bem ao cérebro - SUPERA - Ginástica para o Cérebro
Nosso corpo reage quando estamos apaixonados; saiba o que acontece com nosso cérebro diante do amor

O amor surge primeiro no cérebro. De acordo com a neurociência, o amor se assemelha a um vício, uma vez que faz com que sejam liberadas substâncias químicas em nosso corpo, trazendo sensações como ansiedade, prazer, euforia, conforto, apego. As emoções estão intimamente ligadas às nossas capacidades cognitivas. Segundo Solange Jacob, especialista em habilidades cognitivas e diretora pedagógica da franquia SUPERA Ginástica para o Cérebro, há uma relação direta entre emoção e cognição, porque a qualidade das conexões neuronais começa a ser garantida no início da vida, justamente no período de construção de apego seguro.

De acordo com o professor Pedro Calabrez, pesquisador do Laboratório de Neurociências Clínicas da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, a paixão existe e é fruto de alterações no funcionamento do cérebro, sendo regulada por hormônios e neurotransmissores.

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Ainda segundo o especialista, os amantes e apaixonados de plantão apresentam baixos níveis de serotonina – neurotransmissor que regula nosso humor, sono e disposição – e se assemelham às pessoas que possuem transtornos obsessivos-compulsivos. Essa é a explicação para aqueles que dormem e acordam pensando na pessoa amada.

E as outras sensações que temos quando estamos apaixonados? Como explicar?

Universo cor-de-rosa
Até mesmo o ato de pensarmos na pessoa faz com que nosso sistema límbico seja ativado, trazendo a sensação de recompensa! Isso faz com que o mundo “pareça cor-de-rosa” quando estamos apaixonados e enxerguemos a pessoa amada como perfeita!

Borboletas no estômago
A partir do momento em que idealizamos a pessoa amada por meio da liberação da dopamina, nosso corpo começa a reagir… E a famosa sensação de borboletas no estômago se torna real! E isso ocorre porque nosso corpo envia estímulos às glândulas adrenais, localizadas nos rins; local onde os hormônios como a adrenalina e a norepinefrina são bombeadas. Esses hormônios são responsáveis pela alteração nos batimentos cardíacos, euforia e excitação.

O amor é cego
E não é que isso também é verdade? A paixão faz com que nossa amígdala (a do cérebro! Não da garganta…) passe a funcionar de maneira diferente. Ela fica no lobo temporal e é responsável por comandar nossas decisões e nosso bom senso. Por isso, o amor apaixonado pode trazer mudanças significativas em nossas emoções e atenção, uma vez que nosso controle cognitivo é prejudicado.

Após os primeiros momentos de euforia, casais que estão juntos por muito tempo voltam a produzir serotonina, trazendo a sensação de confiança; a produção de novos neurônios também retorna ao seu estágio normal. Uma área especial do cérebro, denominada ventral pallidum passa a ser ativada, com a produção de oxitocina (hormônio do amor) e vasopressina; ambos relacionados à monogamia.

Amor saudável

Bruna Stephany e Luís Gustavo, 26 anos, frequentam as aulas de ginástica para o cérebro da unidade SUPERA Altamira (PA). O casal começou a exercitar o cérebro em 2018 e desde então, comparecem às aulas juntos semanalmente.

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Luis Gustavo e Bruna são um casal e praticam ginástica para o cérebro juntos

Luís Gustavo é professor e militar e conheceu o trabalho do SUPERA no Ensino Médio, quando morava em Minas Gerais. No ano passado, Luís Gustavo se mudou para Altamira, logo conheceu a unidade na cidade e se matriculou. Bruna iniciou as aulas 4 meses depois.

Luís Gustavo se motivou a frequentar as aulas devido à sua rotina agitada; frequenta aulas de espanhol, inglês, e ainda faz corridas e aulas de tênis: “Sentia que meu cérebro estava cansado, memória ruim, etc. Melhorou muito meu desempenho, hoje procuro cumprir todas as metas e consigo fazer da melhor maneira”, diz o aluno.

O casal acredita que exercitar o cérebro juntos ainda ajuda a mantê-los unidos. “É um momento que podemos desfrutar de uma atividade juntos e isso, sem sombra de dúvidas, fortaleceu a nossa relação. As aulas sempre são muito divertidas e dinâmicas”, diz Bruna. Gustavo adora brincar com o ábaco, já Bruna prefere se desafiar com o Tangram.

Diante de tantas evidências, como negar que o amor é o sentimento mais puro e genuíno que existe? Todas as respostas estão no nosso cérebro!

Tatiana Olivetto – Assessoria de Imprensa

Assessoria de Imprensa SUPERA

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