Como aprender mais fácil? 11 dicas infalíveis para saber mais

Publicado em: 30/03/2022 | Última modificação em 05/04/2022 Por Assessoria de Imprensa SUPERA

Você quer aprender, começa a estudar conteúdos importantes para avançar na carreira, na escola, passar no vestibular ou em um concurso… mas não consegue aprender mais fácil, ou ao menos assimilar os conteúdos com menos dificuldade?

Afinal: é possível aprender mais fácil? O Método SUPERA – Ginástica para o Cérebro já ajudou mais de 200 mil pessoas a melhorar na escola, passar no vestibular e concursos, e acredite: existe uma maneira de aprender mais fácil e neste conteúdo vamos te dar 11 dicas infalíveis para você chegar lá.

Como aprender mais fácil? 11 dicas infalíveis para saber mais - SUPERA - Ginástica para o Cérebro
No online ou presencial: amplie sua capacidade de assimilar conteúdos

Como funciona o processo de aprendizagem no cérebro?

A primeira coisa que você precisa entender para aprender mais fácil é que existem diversas funções cognitivas que interagem nas áreas do cérebro para processar as informações.

A neurociência atual trabalha com o conceito de redes neurocognitivas dedicadas, integradas, que suportam as diferentes funções cerebrais.

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“As áreas cerebrais participantes dos circuitos neurais cooperam para a execução das múltiplas funções. Trata-se, portanto de um sistema abrangente de funcionamento de todo o córtex cerebral”, detalhou a neurocientista do SUPERA, Livia Ciacci.

O que é necessário para você aprender algo?

Todos queremos aprender mais fácil, mas para aprender, são necessárias inúmeras conexões neurais que ocorrem em múltiplos circuitos distribuídos, que são simultaneamente acionadas para dar significado às novas informações, em que o trabalho de cada parte deve ser visto como um todo integrado e harmonioso.

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“A aprendizagem é cérebro e corpo: movimento, alimentação, sono, interação social e com o ambiente, ciclos de atenção e aprendizagem construída quimicamente por meio da plasticidade cerebral.

O que determina quais áreas serão mais ou menos acionadas são as experiências do ambiente”, explicou Livia Ciacci, neurocientista do SUPERA – Ginástica para o cérebro.

Como a ginástica para o cérebro me ajudar a aprender mais fácil?

A Neuroaprendizagem é a compreensão das bases neurobiológicas da aprendizagem, aos assuntos relacionados à cognição: funções cognitivas e executivas como a linguagem, memória de trabalho, flexibilidade mental, controle inibitório, memória, tomada de decisão, foco atencional, abstração, planejamento e coordenação de comportamentos, capacidade empática, regulação emocional, capacidade de se auto monitorar, entre outros.

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É possível ampliar sua capacidade de assimilação mesmo pela internet

Quando damos ao cérebro os estímulos certos, envolvendo novidade, variedade e grau de desafio crescente- como acontece na ginástica para o cérebro, estamos favorecendo a neuroaprendizagem e, consequentemente, a assimilação de conteúdo.

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Continue lendo para entender

Crianças conseguem aprender mais fácil?

Nosso cérebro pode aprender em todas as fases da vida. O que precisamos entender são dois conceitos importantes: a reserva cerebral e a reserva cognitiva.

A reserva cerebral é nossa capacidade natural do nosso cérebro de aprender, o que “vem de fábrica “em nosso cérebro. Já a reserva cognitiva é aquilo que adquirimos quando estimulamos o nosso cérebro ao longo da vida.

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Crianças tem mais reserva cerebral, mas é possível aprender em todas as idades

O que acontece neste caso é que a criança tem mais reserva cerebral e o adulto de meia idade, dependendo da vida que levou, pode ter uma menor reserva cognitiva aos 50 ou 60 anos.

“Por isso é tão importante se atentar a qualidade de estímulos que damos ao cérebro. A reserva cognitiva existe para auxiliar em nossa sobrevivência nos deixando mais rápidos, para nos proteger contra o declínio das habilidades mentais relacionados à idade”, detalhou.

Desta forma, quanto melhor for o estilo de vida do indivíduo, melhor será a sua reserva cognitiva, em outras palavras uma “poupança cognitiva”, que é acionada quando necessário para suprir algum déficit do funcionamento cerebral, ou um momento de proteção em relação à possíveis situações de risco para a saúde do cérebro.

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Quanto maior a reserva cognitiva aos 40,50, 60 ou 70 anos, maior será a capacidade do indivíduo de aprender ou assimilar novas informações e fazer correlação entre elas.

A boa notícia é que…

É possível melhorar a forma como você aprende!

Confira algumas dicas para melhorar a assimilação de conteúdos:

  • Tenha atenção: melhorar a atenção significa melhorar sua memória. A atenção é a porta de entrada para as informações que são captadas pelos vários sentidos do nosso corpo. Quando isto acontece, as in­formações que recebemos chegam ao cérebro e são selecionadas conforme a prioridade que serão proces­sadas.

  • Saiba o que vai estudar: defina metas diárias de estudo e o conteúdo a ser estudado. Defina o tempo ne­cessário para estudar todos os conteúdos até o dia do teste.

  • Resgate o que você já sabe: recorra às suas anotações, ao que foi discutido em sala de aula, as imagens apresentadas, títulos, gráficos.

  • Leia em voz alta. Observe o que mais lhe favorece (em voz alta ou silenciosamente).

  • Faça anotações durante a sua leitura: use palavras-chave, resuma em tópicos, sintetize as informações, ex­plique para “si mesmo” o que está estudando. Divida o seu texto em partes (use uma linha traçada com lápis, mesmo) e durante a leitura faça anotações na própria página e na parte que está lendo: palavras-chave, palavras importantes, nomes próprios e datas, o que for importante para lembrar.

  • Grife no texto as informações principais: grifar não é colorir o texto. Grife as informações que serão gati­lhos das redes semânticas. As que serão utilizadas para resgatar os conteúdos.

  • Faça intervalos breves, em média a cada 30-35 minutos. Preveja na sua organização de estudos estes inter­valos. Só não vale consultar o feed de notícias, ler mensagens das redes sociais neste intervalo. Aproveite para se hidratar, esticar as pernas, “levantar a cabeça e olhar para fora”!

  • Elabore questões sobre o assunto e responda às questões elaboradas por seu professor ou guia de estudos: elaborar perguntas é um processo mais complexo do que dar respostas e isto é um ótimo exercício para fixar o conteúdo e verificar os pontos que estão falhos.

  • Fique atento aos horários de sono e alimentação: durma a quantidade adequada às suas necessidades e mantenha os horários de se alimentar e dormir.

  • Novidade, variedade e grau de desafio crescente e constante é o que você precisa para fortalecer as suas conexões cerebrais: quanto mais ativas as diferentes áreas do cérebro e suas conexões, mais fortes e sau­dáveis elas ficam: um cérebro ativo é um cérebro saudável, para isso mantenha seu contato e atividades sociais, leia muito (leitura de qualidade e variada), mantenha em dia sua atividade física e equilibre os de­safios com suas capacidades mentais: nem fácil a ponto de provocar desinteresse e nem difícil a ponto de gerar estresse tóxico.

  • Acima de tudo acredite em você e tenha em mente que fortalecer a memória e potencializar as capacida­des cerebrais é um dever de todos, por toda a vida, e não só quando é preciso para um objetivo imediato.

E não é só isso

Todos os cérebros aprendem e mantém a capacidade de aprender por toda a vida

Por que sentimos essa fadiga por ficar tanto tempo no celular todos os dias?

Não estamos recebendo informações o suficiente?

O problema não são as informações, mas sim como contextualizá-las, como correlacioná-las, é aí que o cérebro desenvolve neuroplasticidade: quando questiona e desenvolve o pensamento crítico, lógico e analítico.

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Para alcançar essa evolução constante nosso cérebro precisa de três coisas: novidade, variedade e grau de desafio crescente

Embora, quanto mais maduro for um cérebro, menos plástico e menos maleável ele será e aprender exigirá mais esforço, mas sempre é possível aprender.

Aprender também é repetição, o exercício de habilidades cognitivas, curiosidade, interesse e motivação.

Quanto maior a motivação e a emoção que se coloca num determi­nado acontecimento, mais facilmente será o resgate do que aprendemos em nossa memória.

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