Tecnologia revoluciona a medicina com prótese 3D

Publicado em: 02/04/2014 por: Barbara

Tecnologia revoluciona a medicina com prótese 3D

A impressora 3D foi criada por Charles Hull, em 1984, que, ao invés de utilizar tinta no papel, constrói objetos camada a camada. Mas foi nos últimos anos que essa tecnologia foi barateada e evoluiu, contribuindo também para a medicina.

Uma paciente de 22 anos sofria de uma doença crônica óssea que fazia com que a espessura de seu crânio aumentasse de 1,5 cm a 5 cm. Além de causar fortes dores de cabeça, o problema já estava prejudicando sua visão e poderia afetar as funções cerebrais.

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Foi aí que um grupo de neurocirurgiões da Universidade de Utreque, da Holanda, substituiu a parte superior do crânio desta paciente por uma prótese feita em uma impressora 3D.

O implante é feito de um tipo específico de plástico e foi preparado sob medida. Todo o processo durou cerca de 23 horas. Após três meses da cirurgia, a jovem recuperou a visão e não apresenta sintomas de dores. Os médicos ainda não sabem se o plástico deverá ser substituído ou se pode durar para sempre.

Nunca na história da medicina tal operação tinha sido realizada até então. Os médicos garantem que a jovem não aparenta ter sido operada e a expectativa é que essa técnica possa ser aplicada  em pacientes com outras doenças ósseas ou para reparar crânios danificados após tumores ou acidentes.

Estes são os primeiros passos para um grande avanço na área de transplantes. Daqui a alguns anos, milhares de pessoas poderão se beneficiar com essa tecnologia, da mesma forma como já acontece com os exercícios para o cérebro.

Há alguns anos atrás, acreditava-se que essa técnica para desenvolver as habilidades cognitivas poderia ser praticada apenas por crianças e adultos. Mas no SUPERA, as aulas de ginástica cerebral são dedicadas também a melhor idade.

Muitas pesquisas na área da neurociência já comprovaram que os benefícios dos exercícios para o cérebro para os idosos podem prolongar a vida e retardar os sintomas de doenças degenerativas.

Fazer exercícios para o cérebro é sinônimo de saúde, qualidade de via e bem-estar. Pratique esta ideia.

Barbara

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