SAÚDE MENTAL
Ações pedagógicas em prol da saúde mental

Publicado em: 17/06/2013 por: Assessoria de Imprensa SUPERA

acoes pedagogicas para saude mentalSimone Shimamoto gestora pedagogica do SUPERA UberlandiaSimone Shimamoto. Mestre em Educação, é gestora pedagógica do Supera Uberlândia (MG)

No contexto contemporâneo, em função da globalização e do desenvolvimento tecnológico, novas configurações sociais, educacionais e culturais têm se constituído. Este movimento permite que as pessoas, cada vez mais, se reorganizem ao lidarem com excesso de informações.

Apesar das conquistas advindas desse processo, a vida estressante e sobrecarregada tem sido aspecto preocupante. Os estudos atuais sobre saúde mental, sobretudo da neurociência, têm dado margens a novas reflexões em relação à capacidade de o ser humano aprender, construir conexões neuronais, interagir qualitativamente com seu meio físico e social, repensando ações para qualidade de vida. Neste aspecto, neurociência e educação estão cada vez mais ligadas.

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O cérebro, órgão repleto de possibilidades e transformações, está constantemente em movimento. Por sua incrível capacidade de se transformar, necessita ser exercitado, assegurando eficiência e qualidade cerebral por meio de novidade, variedade e desafios constantes e crescentes.

A rotina direciona nossas ações ao “piloto automático” e isso tende a nos acomodar. Obviamente que algumas ações são automatizadas para subsidiar novas possibilidades. Entretanto, nosso movimento frente ao dia-a-dia deve ser ativo e não passivo.

Ações pedagógicas bem planejadas e sistematizadas são ferramentas imprescindíveis ao aprimoramento e estimulação do cérebro, aproveitando sua plasticidade em favor da saúde mental e da qualidade de vida. Neste sentido, possibilitam às pessoas superarem os desafios postos, liberando dopamina – neurotransmissor que, associado à zona de prazer do cérebro, promove bem-estar.

Entretanto, é importante frisar que, para que a dopamina seja liberada, os desafios não devem estar aquém, nem além das possibilidades do sujeito. Se aquém, nada há para ser aprendido, portanto, não há esforço e nem prazer pela conquista; o conhecimento está posto. Se além, pode trazer desconforto e desânimo pela insegurança ou a “certeza” de não ser capaz. Em ambos os casos, o cérebro “lê” que não vale a pena, e desiste.

Com a ativação de redes neuronais pouco utilizadas ou há muito não utilizadas, aumentamos a flexibilidade e a qualidade de nossas conexões neurais, promovendo qualidade de vida e diferenciais nas estratégias e decisões necessárias nos enfrentamentos cotidianos.

Pensar em saúde mental é investir em nós mesmos. É trabalhar com concepções de prevenção e mudar nossas ações diárias. Alimentação saudável, atividade física, sono de qualidade e ginástica cerebral são elementos imprescindíveis para aprimorar nossos saberes em relação a nós mesmos e ao meio – físico e social – do qual fazemos parte. Quanto mais soubermos a importância de cada uma dessas ações, maiores serão nossos cuidados em relação às mesmas.

Somos convidados a cuidar de nossa saúde mental. Hoje temos a possibilidade de focar em nossas potencialidades para superar nossas fragilidades e, evitando possíveis perdas, termos uma vida saudável e com qualidade diferenciada.

Assessoria de Imprensa SUPERA

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