O cérebro e a dislexia
Saúde mental ajuda a aprender

Dr. Renato Melo é neuropediatra e diretor do Supera Conselheiro Lafaiete
A dislexia é um transtorno de aprendizagem da leitura, com consequente prejuízo da escrita, que compromete a saúde mental de crianças e adultos. O portador apresenta dificuldade na decodificação dos símbolos gráficos que representam as letras e, assim, apresenta uma leitura pausada, silabada, com déficit significativo da interpretação e do rendimento escolar. Pesquisas realizadas em vários países mostram que de 10% a 15% da população mundial é disléxica.
Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica desfavorável ou baixa inteligência. Ela representa uma condição neurológica hereditária. Os indivíduos com dislexia apresentam visão e inteligência normais, mas evoluem com: dificuldades com a leitura e a escrita (disortografia – escrita com erros ortográficos), com a memória de curto prazo e com a organização espacial, dificuldades de lateralidade (entre direita e esquerda) e de executar sequências de tarefas complexas, compreender textos escritos e aprender uma segunda língua.
Em alguns casos, a dislexia pode ser associada ao TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e a outros transtornos de aprendizagem como a discalculia (dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos, e de decorar tabuada).
A dislexia causa grande impacto social e na saúde mental mundial. Esse distúrbio deve ser diagnosticado por uma equipe multidisciplinar (psicopedagogia, neuropediatria, fonoaudiologia, psicologia), com um acompanhamento efetivo das dificuldades, direcionado às particularidades do indivíduo, levando a resultados mais concretos. A parceria entre escola e família é fundamental para uma evolução positiva.
O Supera Ginástica para o Cérebro desenvolve aspectos emocionais relacionados a baixa autoestima e ajuda seus alunos a vencerem desafios. Além disso, o material didático é bastante atrativo e adaptado para cada faixa etária. Com a estimulação cerebral, o curso desenvolve o raciocínio lógico (por exemplo, ábaco) propiciando uma melhor organização das ideias, habilidade motora, memória, coordenação óculo manual, orientação espacial, habilidades auditivas e visuais que são aspectos essenciais para uma boa evolução dos disléxicos.
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9 comentários para "O cérebro e a dislexia
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Dificuldade de lateralidade e símbolos da matemática isso eu me lembro que eu tinha.
Olá equipe Supera,
achei interessante esse artigo e me vejo inserida no mesmo ,na minha infância bastante estudiosa e bom desempenho nas matérias ,matemática sempre foi uma pedra no sapato .Em determinado momento na adolescência tive AVC os estudos já nao tinha mesmo brilho , falta de atenção, sem objetivo .
Nesse recorte, fase a adulta estudo mas
tudo indica que nao consolida as informações relevantes desse modo a um descontetamento no aprendizado.
muito bom conteúdo, bastante importante,pois muitos não entende pq a criança não aprende a ler.
tenho 78 anos ,e sou dislexa ,e percebo um pouco mais de dificuldade ..na escrita , leitura ,etc
Olá, Nair!
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Abraços!
Boa tarde Isabella existe algo semelhante a metodologia Supera para crianças e adolescentes na Florida?
No momento, ainda não temos unidades fora do Brasil
Mas seguimos trabalhando para levar o Supera cada vez mais longe!
Sempre tive dificuldade em me concentrar na leitura.
Quando estou lendo um livro, preciso voltar ao início do parágrafo, pois muitas vezes minha mente se dispersa e eu não sei o que estou lendo.
Outa coisa que percebia, antes de ser aluna do SUPERA, eu nao conseguia dizer o nome do livro que estava lendo muito menos o autor.
Hoje, com apenas 2 meses praticando os exercícios do SUPERA, como ábaco, as atividades do Livro Abrindo Horizontes, e com os exercícios enviados pela professora Clarisse, já vejo bons resultados.
Erika
Que incrível saber disso! É um privilégio ter você como parte da nossa família Supera!