Como convencer o seu cérebro a estudar

Publicado em: 18/02/2016 por: Barbara

Educador Luciano SUPERA Satelite SJC

Luciano Maciel é graduado em História, pós-graduado em neuroaprendizagem e educador do SUPERA SJC Satélite.

Está na hora de retomar a rotina de estudos. Parece automático: quando entramos de férias, reduzimos o esforço do nosso cérebro.

Não vejo problemas nisso, mas para quem quer ter um bom rendimento no retorno às aulas, é primordial fazê-lo de forma prazerosa.

A dica é entrar no ritmo o quanto antes e inserir o prazer pelo estudo na rotina, o que não é uma tarefa simples, pois nas férias nos habituamos a fazer o que mais nos agrada e isto é extremamente gratificante para o cérebro.

Isto é  compreensível porque o cérebro é movido a energia e sempre está buscando caminhos mais fáceis e econômicas para realizar suas tarefas.

Na volta às aulas, devido à rotina menos atribulada do cérebro no período de férias, os alunos se casam muito rápido.

Pensando nisso, fiz um teste. Apresentei aos meus alunos uma forma de fazer o cérebro aceitar a nova rotina de estudos em três passos simples.

Passo 1: Condição – essa condição podia estar associada a situações (pessoas, lugar, hora, atitude);

Passo 2: Novo hábito – inserir as tarefas com um novo hábito na rotina;

Passo 3: Recompensa – fazer algo muito prazeroso após a realização do novo trabalho.

Apenas para exemplificar melhor, o aluno pode associar o novo hábito a: uma pessoa (toda vez que eu ver um determinado amigo ou pessoa), lugar (toda vez que eu voltar do futebol ou da escola), hora (todo dia às oito horas) ou atitude (quando ficar nervoso, ansioso, triste ou feliz), logo essa condição daria margem ao novo hábito.

Após a realização dessa nova tarefa, vem a recompensa: algo que proporcione prazer e satisfação, por exemplo mexer em mídias sociais por cinco minutos, assistir televisão, ler um livro, jogar vídeo game, ouvir música, etc.

Como convencer o seu cerebro a estudarDesta forma, estamos associando o prazer que a recompensa proporciona ao novo hábito.

Os resultados alcançados são fantásticos, pois os alunos melhoram em produtividade com relação as nossas atividades, e mais do que isso, sentem prazer em estudar. No meu caso, como professor SUPERA, percebei que os pais ficaram felizes em ver o filho tão independente com relação às tarefas.

Esses 3 passos simples podem ser usados para outras áreas da vida, como iniciar uma alimentação mais saudável, fazer exercícios, estudar mais e entre tantas outras possibilidades. O que não é válido é se tornar refém da sua zona de conforto.

O potencial do cérebro é enorme. Negocie com ele e veja sua produtividade e qualidade de vida melhorar exponencialmente.

Se gostou do texto e ele pode te ajudar, dê um “joinha”. #partiuexercitarocérebro.

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