Pesquisa conclui que cérebro “rotaciona” memórias para não serem substituídas por novas informações; entenda.

Publicado em: 22/06/2021 Por Assessoria de Imprensa SUPERA

O órgão mais importante do corpo humano é também um dos órgãos mais estudados em todo o mundo.

Seja por questões fisiológicas ou mesmo psicológicas, cientistas se debruçam diariamente para tentar entender como o nosso cérebro funciona e, mais do que isso: como ele responde aos estímulos feitos ao longo de toda a vida.

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Além de todo o esforço momentâneo para identificar e rastrear os efeitos do COVID-19 no cérebro, as pesquisas continuam também em outras linhas .

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Nesta oportunidade, pesquisadores do Instituto de Neurociência da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, conduziram um estudo publicado na revista científica Nature Neuroscience.

Os resultados mostraram que o cérebro “rotaciona”, ou seja, “gira” as informações sensoriais para que a codificação seja feita como uma memória, sem que os novos dados sejam armazenados às memórias mais antigas.

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Os testes foram feitos em ratos, que precisaram ouvir a sequência de quatro cordas repetidamente.

Por meio da audição dessas sequências, os ratos conseguiram fazer associações entre determinados acordes, conseguindo identificar o som inicial de cada um deles, depois de muito treino, prevendo então quais sons viriam na sequência.

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Enquanto isso acontecia, os cientistas também treinavam classificadores de aprendizado de máquina para analisar as atividades neurais gravadas pelos animais no córtex auditivo. Então, foi possível identificar como os neurônios, de forma coletiva, representavam cada estímulo em sequência.

Conclusão:

De acordo com os pesquisadores, esses padrões eram alterados conforme os animais construíram suas associações e, com o tempo, as representações neurais começam a parecer umas com as outras.

Além disso, novas entradas sensoriais apareciam na memória, como sequências desconhecidas de cordas, o que pode interferir na representação do animal sobre o que ele estava ouvindo, substituindo suas representações de entradas anteriores.

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Ou seja, os neurônios mudaram, de maneira retroativa, a codificação de um estímulo mais antigo para corresponder ao que o rato identificou como um estímulo posterior, ainda que fosse uma informação errada.

Basicamente, os dados sensoriais foram transformados em memória através de uma transformação do disparo de padrões neuronais, já que as informações mudam para que sejam protegidas, o que é chamado de codificação ortogonal.

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A próxima missão dos cientistas, agora, é obter mais clareza em como a atividade neural é alterada dessa forma.

Fonte: Wired

Com informações do Canal Tech

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