O cérebro muda se você se exercita

Publicado em: 01/07/2016 por: Barbara

atividade física

SUPERA Jaguariúna e Holambra durante a 3ª Gincana de Bicileta em Holambra

Nos anos 70, as pessoas não imaginavam que exercitar o corpo se tornaria parte quase obrigatória da nossa rotina. Com o avanço das pesquisas, no entanto, ficou comprovado que a prática não apenas fortalece o coração e os músculos como também melhora a capacidade do cérebro, ajudando crianças e adultos a terem um desempenho melhor em suas atividades de um modo geral.

O pesquisador Eric Larson, da Universidade de Washington, demonstrou que esportistas adoecem mais raramente de Alzheimer. Ele estudou 1.740 homens e mulheres com mais de 65 anos. No início da investigação de longo prazo, todos os participantes não apenas estavam saudáveis, mas apresentavam altos resultados para a faixa etária no teste de inteligência Cognitive Ability Screening Instrument (CASI).

Supera e você na Disney

Os médicos examinavam os voluntários a cada dois anos, avaliando sinais de demência logo no início. Paralelamente, foram levantados o tipo de atividade física que praticavam e a frequência com que faziam, além de dados sobre o estado geral de saúde, a condição psíquica, hobbies, etc.

Seis anos mais tarde, 158 pessoas estavam dementes, e 107 tinham diagnósticos de Alzheimer. O índice dos doentes entre aqueles que exerciam atividades físicas três vezes por semana ou mais estava em 13 por 100, uma proporção mais baixa que o valor de praticamente 20 entre os inativos. O esporte reduziu especialmente o risco de demência entre aqueles que haviam apresentado as piores condições físicas antes do início do treinamento.

Várias dessas comparações entre os que gostam de se exercitar e outros mais ociosos apontam na mesma direção: os ativos têm melhores resultados em quesitos como atenção, memória e capacidade intelectual; conseguem memorizar mais informações e processá-las melhor.

É preciso suar para turbinar o cérebro

A prática de atividades físicas começa a trazer benefícios logo aos 20 minutos de suor, quando o corpo começa a produzir o hormônio cortisol como reforço à disponibilização de energia para os músculos. E é justamente esse hormônio que faz com que as reservas de energia na forma de gordura comecem a ser utilizadas.

Além disso, com a liberação de endorfinas no cérebro, a atividade intensa proporciona prazer imediato e doses de “relaxamento” hormonal e físico. E os benefícios continuam com a prática regular, que hoje é considerada o que há de mais próximo da “fonte da juventude”.

Essa regularidade libera dois hormônios, o IGF-1 e do crescimento, que proporcionam aumento da massa muscular, diminuição do índice de gordura corporal, ossos e o coração se fortalecem e aumenta a produção de colágeno. No cérebro, conforme o IGF-1 do sangue aumenta a produção de um fator de crescimento que mantém os neurônios saudáveis, facilita a memória e protege os neurônios de derrames. A memória melhora, as respostas ao estresse se tornam mais sadias e a ansiedade diminui.

Para os especialistas, a melhor atividade física é a que você gostar, pois é o único exercício que você vai realmente fazer.

 

Por Bárbara Rocha

Barbara

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