Neurociência aplicada à política

Publicado em: 16/04/2014 por: Barbara

Neurociencia aplicada à política

A neurociência vem auxiliando as estratégias de marketing político através do neuromarketing há quatro anos. Pesquisadores avaliam o inconsciente dos eleitores para projetar as campanhas eleitorais.

A tecnologia é programada para captar três aspectos fundamentais para estas ações, são elas: o índice de atenção, engajamento emocional e o potencial de memorização.

A iniciativa foi do Centro de Neurociência Aplicada do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), em 2010, sob a coordenação do cientista político Antônio Lavareda. Na época, o experimento avaliou os níveis de afetividade entre os políticos Dilma/Marina, Marina/Serra e Dilma/Lula.

O equipamento Eye Tracker foi utlizado para rastrear o percurso ocular do eleitor em relação as fotos e vídeos dos arranjos políticos. As análises baseiam-se nas variações observadas na dilatação das pupilas, no piscar dos olhos, no movimento do globo ocular e na direção do olhar.

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Neste experimento, os resultados mostraram que de acordo com o arranjo político, por exemplo, entre Dilma e Lula, estimulava uma resposta emocional positiva em 50%, se comparado com uma fotografia somente da candidata Dilma Rousseff.

Para as eleições deste ano, tudo indica que o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, também irá utilizar esta tecnolgia implantada em Recife (PE), no Instituto Neurolab, que ainda custa caro para o bolso dos investidores.

Daqui há alguns anos será cada vez mais comum o uso desta prática para conhecer o público, até mesmo porque os programas de governo e as propostas políticas estão ficando cada ves mais parecidas, e este pode ser o diferencial político.

Outros equipamentos que também fazem parte desses estudos são:

Eletroencefalograma (EEG), no qual capta a atividade elétrica cerebral;

Skin Conductance, conectado ao dedo e responsável por medir a condutividade da pele para indicar o nível de excitação fisiológica;

Ressonância magnética, dectecta as alterações de fluxo sanguíneo em determinadas áreas do cérebro, revelando as atividades cerebrais;

Facial Expression Recognition, software de mapeia os músculos faciais, interpretando as respostas faciais associadas as emoçoes;

Eletrocardiografia, fita elétrica que mede a variação dos potenciais elétricos gerados pela atividade elétrica do coração;

Heart rate variability, responsável por medir a frequência cardíaca.

Não existe uma regra para que um eleitor tenha um candidato predileto, pois é a capacidade de raciocínio, memorização e aspectos emocionais que garantem a preferência ou não.

Desta forma, os exercícios para o cérebro podem contribuir para que o eleitor possa escolher da melhor maneira quem irá comandar o país. Com o raciocínio lógico e a memória ‘’afiados’’, é possível enxergar com clareza os principais pontos de cada político e fazer uma comparação com base nos acontecimentos ao longos dos anos.

Para quem quer melhorar o desempenho cerebral, os exercícios para o cérebro são capazes de potencializar as conexões neuronais, aumentando a atividade cerebral e, consequentemente, tornando-o mais criativo e ágil.

Aprimorar as habilidades cognitivas através de atividades lúdicas que fazem parte dos exercícios para o cérebro do SUPERA são a melhor maneira de aprender.

Barbara

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