Em ano atípico, atleta SUPERA conclui Rally dos Sertões

Publicado em: 17/11/2020 por: Assessoria de Imprensa SUPERA

Primeira mulher a disputar o Rally dos Sertões, Moara Sacilotti, atleta patrocinada pelo SUPERA, alcançou neste ano o 6º lugar na categoria Over 45 (para homens acima de 45 anos e mulheres de todas as idades) na disputa.

Diferentemente de outras competições esportivas no mundo, o rally não foi cancelado por conta da pandemia, mas, sim, adiado.

A mudança de data trouxe mudanças significativas para os atletas – acostumados  com o tempo seco de agosto, que tiveram que conviver com um tempo mais úmido, piso liso, lama e rios muito fundos para atravessar com as motos.

Em ano atípico, atleta SUPERA conclui Rally dos Sertões - SUPERA - Ginástica para o Cérebro
Moara Sacilotti é atleta do SUPERA desde 2017

As más condições e a chuva obrigaram os organizadores e cancelarem duas etapas da prova porque não haveria possibilidade de resgate dos atletas em caso de acidente

“Para nós, competidores, foi algo incrível e muito corajoso da parte dos organizadores não cancelarem a prova, como aconteceu com inúmeros outros eventos esportivos. Novembro chove muito e por isso foi um rally totalmente diferente para nós”, contou a atleta.

Prova

Mesmo com as condições adversa a atleta começou bem, atacando e conseguindo bons resultados no início da prova.

 Ao longo da competição, no entanto, após um dia ruim e com muitos tombos a atleta acabou perdendo muito tempo, o que influenciou no seu resultado final

“Mesmo pilotando acima do meu limite e ultrapassando muitas motos nos dias seguintes, não consegui recuperar tanto quanto gostaria por termos tido duas etapas a menos”, justificou.

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A largada foi no circuito Velocitta, em Mogi Guaçu/SP. As demais cidades anfitriãs foram Brasília/DF, Minaçu/GO, Campos Belos/GO, Palmas/TO, Carolina/MA, Bacabal/MA e chegada em Barreirinhas/MA.

Rally na pandemia

Além do adiamento da prova para outubro, a organização também foi criteriosa para evitar a propagação da doença na região.

Em 2020 os acampamentos dos atletas, que normalmente ficam em locais de fácil acesso ao público, foram afastados de qualquer contato com os habitantes das regiões onde o rally acontece

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“Senti muita falta de estar próxima da população. Todos os anos quando chegamos ali eles nos recebemos como se fossemos atores de Holywood e neste ano ficamos isolados em bolhas. A orientação foi muito rígida para evitarmos qualquer contato com a população local. Além disso, todos os integrantes da caravana do Sertões (cerca de 1500 pessoas) fizemos teste de Covid19 na véspera do rally – quem testou positivo não pode participar. Fizemos testes aleatórios durante a prova. E todos usávamos máscaras nos acampamentos”, detalhou Moara.

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A motociclista patrocinada pelo SUPERA desde 2017 tem propriedade para falar sobre o que viu e como o mundo mudou desde 1998, ano em que ela participou do evento pela primeira vez.

Em 28 anos de história, o Rally dos Sertões cresceu e se profissionalizou. As equipes de apoio que antes mal existiam, hoje são capazes de refazer motos inteiras em uma noite.

Os atletas, que antes dormiam em barracas ou nas comunidades locais, hoje usam motorhomes. As motos também não são mais as mesmas.

As velocidades aumentaram, o nível técnico e as distâncias também. A comunicação então, nem se fala. “Em 1998 eu liguei para a minha mãe de orelhões acho que umas 3 vezes durante o rally. Hoje somos rastreados via satélite 24hs por dia, temos wi-fi nos acampamentos e toda a informação que precisamos (e que o público que está longe quer) está na palma de nossas mãos” detalhou Moara.

Patrocínio SUPERA

A missão do SUPERA – de Levar as pessoas a experimentarem a emoção de pensar e agir de forma inovadora, tem tudo a ver com o propósito de Moara dentro do esporte, a começar pelo foco, concentração e disciplina exigidos no trato diário com a motocicleta, algo que, para ela é decisivo para se manter há tantos anos no esporte

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“É claro que condicionamento físico e treinos técnicos também são super importantes, mas a mente é quem comanda. O ideal é ter os três treinamentos sempre, mental, físico e técnico, mas um corpo mal treinado, com uma mente super bem treinada, vence desafios mesmo cansado. Por outro lado, a melhor condição física do mundo não te leva a lugar algum sem uma mente bem preparada. Eu treino os três sempre, no rally, uma distração de um milésimo de segundo pode te derrubar da moto”, concluiu a atleta.

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