Glúten afeta sistema nervoso central

Publicado em: 23/07/2014 por: Assessoria de Imprensa SUPERA

Glúten afeta sistema nervoso central

O vilão da vez: está na moda fazer dieta sem glúten, seja para emagrecer, seja por intolerância ou alergias. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), houve uma explosão do número de casos de alergias alimentares nos últimos anos ­­-  crescimento de 50% entre 1997 e 2013, muito provavelmente pelas mudanças nos hábitos alimentares e na comida que ingerimos.

Utilizado para dar consistência aos alimentos, o glúten  foi incorporado ao trigo para aumentar a produtividade da indústria alimentícia, porém, suas alterações genéticas foram longe demais e podem estar colocando em risco a saúde do homem.

De aparência inocente, suas consequências vão da fadiga ao ganho de peso abdominal, artrite, desconforto gastrointestinal e problemas cardíacos decorrentes da obesidade.

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As últimas teorias da ciência sugerem que o glúten também pode estar associado ao forte desejo de consumir repetidas vezes o mesmo produto, provocando a sensação de prazer no cérebro.

Isso acontece porque ao cair na corrente sanguínea e chegar até o cérebro, os opioides – receptores celulares neurotransmissores presentes no sistema nervoso – liberam essa sensação através da gliadina – proteína que compõe o glúten – que age sobre os mesmos receptores cerebrais atingidos pela heroína.

O que se sabe até então é que existe uma relação entre o glúten e o ganho de peso. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) testaram dois grupos de roedores sob dietas equilibradas. Ambos foram alimentados da mesma forma, sendo que um dos grupos continha glúten na dieta. Dois meses depois, aqueles que não haviam ingerido a substância ganharam 11% menos peso do que o segundo grupo, no qual desenvolveu 32% de gordura abdominal, aumentando a taxa de glicose em 24%.

Os cientistas acreditam que a proteína consumida em excesso pode atrapalhar os tratamentos contra a obesidade e ser a responsável por afetar o sistema nervoso central em pacientes com disfunções neurológicas.

Nos casos de deficiências enzimáticas ou alterações no intestino, as manifestações neurológicas vão ainda mais longe. Chamada de ataxia cerebral, a pessoa pode perder progressivamente a coordenação motora, decorrente da degeneração do cérebro.

Eliminar a substância da dieta pode estabilizar o quadro clínico, que avança gradualmente, e pode levar meses até apresentar alguma melhora.

Tais degenerações do cérebro poderiam ter menos repercussão com a prática da ginástica cerebral desde a infância. Ginástica cerebral é uma atividade nova, que vem ganhando muitos adeptos no mundo todo, como forma de preservar funções do cérebro e mantê-lo saudável.

É natural do ser humano sofrer “apagões” ao longo do tempo. A reserva cognitiva diminui gradativamente e em uma escala muito maior se não praticamos ginástica cerebral.

Com o treinamento cerebral, a velocidade dos desligamentos dos circuitos diminui. Pratique você também, tire seu cérebro da zona de conforto e conheça uma nova maneira de viver.

 

Assessoria de Imprensa SUPERA

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