Ciência descobre como recuperar paladar

Publicado em: 15/01/2015 por: Assessoria de Imprensa SUPERA

Por Bárbara Rocha

Para muitas pessoas, comer está entre as melhores coisas da vida. E é por isso que inúmeros cientistas têm se dedicado a descobrir como o cérebro recebe e processa o sabor dos alimentos.

Para pesquisadores da Universidade da Columbia, nos Estados Unidos, estes estudos podem contribuir para reverter a perda do paladar em idosos.

Em uma destas pesquisas, eles alimentaram roedores com produtos químicos e de gostos diversos.

O cérebro destes animais foi, então, preparado para que seus neurônios ligados ao processamento do sabor dos alimentos ficassem fluorescentes.

Os resultados mostraram que havia uma ligação entre as células da língua e os neurônios, pois as regiões ativadas no cérebro responderam em sintonia às células acionadas na língua.

Dessa forma, uma das possíveis alternativas para amenizar os casos de perda de paladar seria aumentar a sensibilidade das células da língua, já que existem células-tronco que produzem novas células gustativas a cada 15 dias.

 Como o cérebro identifica os sabores

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Para os pesquisadores, cada uma das 8 mil papilas gustativas (conjunto de receptores sensoriais) presentes na língua é capaz de identificar as cinco categorias de sabores, sendo que o cérebro possui neurônios especializados em identificar cada uma delas.

De acordo com os especialistas, os sensores de sabor distintos espalhados sobre a língua teriam correspondentes no cérebro e enviariam mensagens para eles quando algum alimento é ingerido.

 Ginástica cerebral na melhor idade

Esta atividade é fundamental para preservar as funções do cérebro, o comandante das nossas ações na vida cotidiana. As atividades que estimulam as conexões neuronais mantêm o cérebro bem conectado, ativo, ágil e saudável, garantindo um desempenho efetivo da memória, do pensamento e de outras habilidades.

Na terceira idade, os cuidados não podem ser deixados de lado. Nesta fase da vida, os benefícios com a ginástica cerebral vão de desenvolvimento a equilíbrio das funções cognitivas, como memória, concentração e raciocínio, à melhoria na qualidade de vida.

Em poucos meses, os resultados são visíveis. ”Com o início das aulas no SUPERA, tracei metas como desenvolver minha memória, ficar mais tranquilo, esperto, decidido, ter mais compreensão e aprender a conviver com as pessoas. O SUPERA me deixou mais feliz, interativo, tranquilo, persistente, focado e determinado. Consegui atingir meus objetivos”, Ercilio Barichello, 59 anos, aluno do SUPERA Balneário Camboriú (SC).

A ginástica cerebral é uma prática saudável e eficaz contra as doenças degenerativas, o que pode evitar o uso de remédios com efeitos colaterais indesejados. Associada à alimentação equilibrada e à prática de exercícios físicos, a ginástica cerebral promove a qualidade de vida.

 

Fonte: Os dados sobre a pesquisa americana foram extraídos de reportagem da BBC.

Assessoria de Imprensa SUPERA

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