O cérebro que pensa diferente

Publicado em: 13/02/2015 por: Barbara

Dra. neurocientista e consultora do SUPERA, Carla Tieppo

Dra. neurocientista e consultora do SUPERA, Carla Tieppo

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Recebemos ao longo do dia muitas informações diferentes. São cores, formas, cheiros, ideias, notícias. E a medida que crescemos e desenvolvemos nossos circuitos cerebrais, vamos formando caminhos preferenciais para o processamento destas informações, criando pensamentos e comportamentos mais comuns e habituais.

A formação destes caminhos preferenciais é uma tendência natural do nosso sistema nervoso que assim vai ficando cada vez mais rápido e eficiente. Porém, justamente por causa disso, se não desafiarmos nosso cérebro a produzir respostas diferentes para os mesmos estímulos, vamos reduzindo nossas possibilidades de respostas para um número mínimo e nosso repertório de comportamento vai ficando bem pequeno.

Procurar respostas diferentes e possibilidades diferentes para estímulos semelhantes aumenta muito sua capacidade criativa porque estimula a formação de redes neurais novas. E quanto maior for o número de conexões e redes que seus neurônios formem e quanto mais você as usar, mais fortalecida será sua reserva cognitiva.

Uma reserva cognitiva maior será muito útil quando você estiver sob estresse ou durante o envelhecimento. Sob estresse, circuitos que demandam maior gasto de energia dificilmente serão ativados e você estará confinado a poucas alternativas de resposta e no envelhecimento, as células neuronais tendem a morrer. Quanto mais você tem menos falta fará o que não estiver disponível nestes momentos de desafio.

Assista este vídeo e saiba como ter um cérebro feliz.

Barbara

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