Cérebro concentrado e notas boas no boletim

Publicado em: 15/07/2015 por: Barbara

João Vitor já consegue manter a concentração na hora dos estudos

João Vitor já consegue manter a concentração na hora dos estudos

João Vitor tem 16 anos e está cursando o 2º ano do Ensino Médio em uma escola técnica no município de Fernandópolis, interior de São Paulo. No final de 2014, ele foi reprovado porque não conseguia prestar atenção nas aulas: o boletim não saía do vermelho.

Este ano, as coisas mudaram bastante. O estudante mostrou que, apesar de jovem, já sabe enfrentar as adversidades da vida: ouviu o conselho da mãe, Marisa Zampieri, e começou a fazer um curso para treinar o cérebro.

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“Mesmo em casa, o João era desatento. Se eu pedisse para ele fazer três coisas para mim, ele esquecia todas elas. Parecia que ele não registrava a informação, e era assim no colégio também”, lembra Marisa, que é professora de Química e Ciências.

Depois de experimentar algumas técnicas para melhorar o rendimento do filho nos estudos, como natação e aulas de música, Marisa soube por uma amiga do curso de exercício para o cérebro do SUPERA.

Num primeiro momento, a ideia parecia inovadora demais. Entretanto, era a única alternativa que ela tinha voltada para o desenvolvimento das habilidades cognitivas.

João Vitor se matriculou no SUPERA em outubro de 2014. Ele pratica exercícios para o cérebro às quartas à noite ou aos sábados e o boletim agora está com boas notas.

“Em poucos meses de SUPERA, eu consegui melhorar minha concentração. Com a rotina puxada de estudos, tive que deixar o curso de música, mas valeu a pena. Hoje, eu posso até estudar ouvindo um som. Mantenho minha atenção no que estou fazendo”, comemora João Vitor.

Para João Vitor, fazer exercícios para o cérebro com o ábaco (instrumento de cálculo utilizado no SUPERA) ajudou muito a melhorar as notas.  “Na aula, as contas parecem ser simples, mas ajudam muito na hora que estou estudando. Agora me sinto mais tranquilo quando vou fazer prova e já vi os resultados no primeiro semestre deste ano”, diz, feliz de agora ter nota B no boletim.

E não é só o João Vitor que está feliz. A mãe… não conta, né? Mas a professora de inglês, Ângela Aparecida, também é prova da melhora do aluno.

“O João agora está mais responsável com os estudos, preocupado com a matéria e bem mais concentrado. Antes ele era muito disperso em sala de aula. Agora ele participa e interage bastante”, revela a educadora.

Além de ter melhorado a concentração, João Vitor agora se sente mais confiante. Ele vai fazer pela primeira vez a Prova do Enem. O sonho dele é ser dentista.

Barbara

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