Doença de Alzheimer: histórias de quem transformou sua vida com o SUPERA

Publicado em: 30/08/2021 | Última modificação em 17/09/2021 Por Assessoria de Imprensa SUPERA

O SUPERA foi criado com o objetivo principal de auxiliar crianças no desenvolvimento escolar, porém, os idosos são hoje o maior número de matriculados nas escolas de todo o país e representam uma parcela significativa dos alunos que propagam o método como verdadeiros embaixadores da marca.

O curso de estimulação cognitiva é voltado para o desenvolvimento da performance e qualidade de vida em todas as idades, com a melhora das habilidades cognitivas e socioemocionais. Contudo, outro benefício da prática é o retardo do aparecimento dos sintomas de doenças neurocognitivas, como a Doença de Alzheimer.

Para entender como a ginástica para o cérebro pode contribuir quando o assunto é envelhecimento e a Doença de Alzheimer, é preciso entender primeiro a complexidade da doença e porque ela precisa de uma atenção especial ao longo de toda a vida, mesmo antes de ser manifestada.

O que é demência e quais são os sintomas da Doença de Alzheimer?

Antes de falar sobre a Doença de Alzheimer, é importante citarmos o conceito de demência: ela é denominada como um Transtorno Neurocognitivo Maior, segundo os critérios do Manual Estatístico de Desordens Mentais utilizado no Brasil e no mundo para verificar se um indivíduo apresenta um transtorno mental.  

De acordo com este manual, uma demência é uma doença caracterizada por declínio progressivo das habilidades mentais, como prejuízo em memória, linguagem, funções executivas e aprendizagem de forma evidente e suficiente para interferir na independência e na autonomia de um indivíduo.

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Dona Gilda (ao centro) com a filha Gilda e a neta Isadora: bom relacionamento entre as gerações é fundamental

Os sintomas da doença de Alzheimer também variam de acordo com os estágios e em cada indivíduo portador da doença de Alzheimer, podem ser mais ou menos intensos, evoluindo de forma lenta e gradativa, variando de dez a 15 anos, de acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer.

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Embora seja uma doença degenerativa e sem cura, os recursos aplicados pelo SUPERA mostram resultados positivos quando são administrados sobretudo em pessoas que tem propensão à doença, como parentes de primeiro grau de forma a retardar o aparecimento de sintomas com estímulos cognitivos que envolvem novidade, variedade e grau de desafio crescente.

Como o SUPERA pode ajudar?

Em todo Brasil são centenas de famílias que viram nos últimos anos os benefícios do SUPERA. Confira algumas dessas histórias no Setembro roxo – mês de conscientização para a doença:

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Isadora é principal incentivadora da avó no SUPERA

Do interior do Rio Grande do Sul, a história de amor e cuidado entre dona Gilda, a filha, a neta e o SUPERA.

“Procuramos o SUPERA quando soubemos que o método melhorava muito a parte cognitiva, para desenvolvimento da pessoa com algum problema ou sem problema. A minha mãe está com uma demência que não foi diagnosticada como Doença de Alzheimer e sim uma demência cognitiva, falta de sinapse neuronal. Após ela começar no SUPERA em Bento Gonçalves (RS), nós percebemos muita evolução em todos os sentidos: na cognição, na memória e a disciplina de ter uma atividade para fazer. Percebemos também ela mais feliz quando faz e acerta os problemas, até porque ela era diretora de escola e pedagoga. O método SUPERA é maravilhoso, eu faço com ela as vezes, a Isadora – minha filha – é quem faz mais, e até vejo como é incrível quando é aplicado a todas as idades porque é impressionante o quanto mexe com o cérebro e com os pensamentos. A gente se torna muito mais ágil e produtivo, tendo consciência dos pensamentos, então para nós está sendo uma benção. Minha mãe foi para Brasília por um período e, mesmo assim continuou com os estudos online, sem nunca ter parado. Nossa expectativa agora é retomar em breve com as aulas presenciais no SUPERA”

Gilda Maria Urruth Leão de Castro, 44 anos Farmacêutica é filha de Gilda Urruth Leão, 84 ano, Pedagoga aposentada e aluna da unidade SUPERA Bento Gonçalves. A aluna conta com o apoio incondicional da neta, Isadora Leão de Castro, de 12 anos.

Ao iniciar seu processo de aposentadoria, Rosa procurou o SUPERA depois de registrar pequenos esquecimentos e ter histórico de demências na família.

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Rosa com a mãe, Miquelina

“Desde que vi propaganda do SUPERA me interessei, mas não tinha tempo. Ao deparar-me com a proximidade da aposentadoria e sentindo que estava esquecendo algumas coisas, principalmente o nome de pessoas, resolvi exercitar meu cérebro de forma efetiva. Com o SUPERA eu melhorei minha autoestima e percebi que eu não era a única pessoa com problemas deste tipo e que ainda era tempo de aprender, principalmente na área do pensamento lógico e nos diversos exercícios que eu antes nem tentava fazer e achava que não conseguiria. Estou no SUPERA desde 2018 e a maior lição que aprendi é que precisamos exercitar nosso corpo e fortalecer nossos músculos e ossos, devemos fazer o mesmo com nosso cérebro. O cérebro não perde a capacidade de aprender com a idade, pode demorar um pouco mais, de acordo com o ritmo e compromisso de cada aluno, mas todos somos capazes de fazer nossa conexão neural se tivermos os estímulos certos. No meu caso, minha mãe Miquelina Martins da Rocha, dona de casa de 89 anos, não apresentava sintomas da Doença de Alzheimer, no entanto dois diagnósticos dela, de senilidade e Parkinson, chamaram também minha atenção para que eu mantenha meu cérebro ativo desde mais jovem. Minha mãe teve um quadro depressivo antes de apresentar o Parkinson e desde os 70 anos estamos observando isso de perto e depois quando eu comecei a sentir dificuldade de lembrar nomes, comecei a ficar preocupada. Na época eu lembro que procurei o SUPERA também porque estava muito cansada, trabalhando muito. Hoje eu avalio que estar no SUPERA me trouxe benefícios que vão além de ganhos com memória e concentração. As aulas me proporcionam bem estar, o que me deixa muito feliz”

Rosa Maria Vieira Fernandes, 58 anos, funcionária pública estadual aposentada, aluna da unidade SUPERA em Dourados, Mato Grosso do Sul.

Isnara procurou o SUPERA depois de um diagnóstico positivo para sua mãe

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Isanara: atenção após diagnóstico da mãe

Em junho deste ano, Isnara Nascimento dos Santos Martins, de 57 anos, aluna SUPERA em Vitória da Conquista (BA), perdeu a mãe, dona Ana Nascimento dos Santos aos 81 anos. Dona Ana foi diagnosticada com demência vascular e princípio da Doença de Alzheimer com 78 anos. “Em 2019 eu levei minha mãe ao SUPERA para fazer um teste e ela não respondeu bem, não conseguindo à época fazer os exercícios propostos. Foi aí que eu me preocupei, me matriculei no SUPERA e sou aluna até hoje. Hoje estou mais calma, durmo bem, meu raciocínio melhorou muito, estou mais rápida e a aula me tranquiliza muito, além de ser um ambiente muito agradável e sem pressão”

Isnara Nascimento dos Santos Martins,57 anos, perita criminal do estado da Bahia e aposentada como professora. É aluna da unidade SUPERA em Vitória da Conquista.

Sibeli procurou o SUPERA depois de ter casos da Doença de Alzheimer na família.

“Ingressei no SUPERA em 2018, mesmo ano que minha mãe foi diagnosticada com Doença de Alzheimer aos 84 anos. Eu achava que ela não teria esse diagnóstico por já ter uma idade avançada e não ter manifestado. Além da minha mãe, minha avó e minha tia também tiveram Doença de Alzheimer, ou seja: duas gerações anteriores a minha por isso a genética era um fator de atenção para mim. Como aluna do SUPERA tive mais motivação para o estudo, contato com pessoas com os mesmos objetivos, exercícios extraclasse, conscientização de mantermos o cérebro em plena atividade, não esquecendo da importância de outras atividades necessárias -alimentação exercícios físicos. Acredito que um dos maiores ganhos do SUPERA é estar com pessoas que tem os mesmos objetivos”

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Sibeli: casos na família chamaram a atenção para a importância de cuidar do cérebro

Sibeli Boff, 62 anos, aposentada é aluna da unidade SUPERA Caxias do Sul (RS) e filha de dona Irany Boff, aposentada de 87 anos.

Sobre o SUPERA

Missão e Propósito – Com mais de 350 unidades no Brasil, o método SUPERA já mudou a vida de mais de 190 mil pessoas utilizando ferramentas exclusivas que atuam diretamente na performance e desenvolvimento cognitivo, através do uso de ábaco, jogos e apostilas, sempre com novidade, variedade e desafio crescente em um método exclusivo no Brasil.

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SUPERA PRESENCIAL

O Supera Ginástica para o Cérebro é voltado para todas as pessoas a partir de 5 anos, sem limite de idade. O curso potencializa a capacidade cognitiva aumentando a criatividade, concentração, foco, raciocínio lógico, segurança, autoestima, perseverança, disciplina e coordenação motora. As aulas, ministradas uma vez por semana com duração de duas horas, são dinâmicas e contagiantes, com atividades que agradam todo tipo de público.

SUPERA para escolas Método de estimulação cognitiva

Exclusivo para Instituições de Ensino. O SUPERA é a mais avançada ferramenta pedagógica de estimulação cognitiva e, portanto, representa um grande diferencial para sua instituição de ensino. Além de ser um excelente recurso de marketing, o método melhora o desempenho dos alunos e eleva os índices de aprovação da sua escola.

Franquia SUPERAEmpreenda em Educação

Criado em 2006, o SUPERA é hoje a maior rede de escola de ginástica para o cérebro do Brasil. Em um ano de operação, entrou para o sistema de franquias e hoje já possui 400 unidades no país. O curso, baseado em uma metodologia exclusiva e inovadora, alia neurociência e educação. Se você tem interesse em empreender nesta área, deixe seu cadastro em nosso site.