Supera tem comprovação científica: estudo da USP aponta eficácia da metodologia

Publicado em: 11/03/2026 Por Isabella Rabelo
supera tem comprovação científica

Durante muito tempo, quem participa das aulas do Supera costuma dizer a mesma coisa: a memória melhora, o raciocínio fica mais ágil e o cérebro fica mais ativo. Hoje já é possível afirmar que o Supera tem comprovação científica, como mostra um estudo conduzido pela USP.

Agora tem.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) trouxe evidências sólidas sobre os benefícios do método. O artigo científico foi publicado na revista internacional Psychogeriatrics e investigou, de forma rigorosa, os efeitos da estimulação cognitiva em idosos saudáveis que participaram das atividades do Supera.

A notícia foi divulgada em Coletiva de Imprensa realizada no dia 11 de março, em São Paulo (SP).

Supera tem comprovação científica: o que diz o estudo

O estudo analisou os efeitos do método em pessoas idosas escolarizadas, sem comprometimento cognitivo ou demência, buscando entender se a estimulação cognitiva poderia trazer benefícios mensuráveis ao longo do tempo.

A pesquisa foi conduzida por especialistas da USP, com participação do Departamento de Gerontologia da EACH-USP e do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento da Faculdade de Medicina da universidade. A principal autora é a gerontóloga Thais Bento, pesquisadora da USP.

Os resultados indicaram melhorias importantes entre os participantes do programa.


Principais resultados observados

Entre os achados mais relevantes da pesquisa, destacam-se:

  • Redução de 60% nas queixas cognitivas;
  • Melhora de aproximadamente 45% na memória ao longo de um ano;
  • Redução de 29% nos sintomas depressivos.

Esses resultados consideraram um conjunto amplo de habilidades cognitivas, incluindo funções executivas e cognição global.

“Sem dúvida, podemos afirmar que esses dados são representativos e evidenciam que as pessoas que participam das atividades com o método Supera apresentam vantagens significativas para sua vida como um todo”, afirma Thais Bento.

Em outras palavras: os benefícios percebidos por muitos alunos também apareceram de forma objetiva nos dados científicos.


Supera tem comprovação científica: entenda por que o estudo é considerado padrão-ouro

O estudo foi desenvolvido como um ensaio clínico randomizado, controlado e cego, considerado o padrão-ouro em pesquisas científicas que avaliam intervenções em saúde.

Na prática, isso significa que:

  • Os participantes foram distribuídos aleatoriamente em diferentes grupos;
  • Houve grupos de comparação;
  • Os pesquisadores seguiram protocolos científicos rigorosos

Além disso, o acompanhamento foi longitudinal, com avaliações feitas em quatro momentos diferentes: 6, 12, 18 e 24 meses.

Esse tipo de acompanhamento permite entender não apenas os efeitos imediatos, mas também como os resultados evoluem ao longo do tempo.

Segundo Thais Bento, estudos com esse nível de robustez são fundamentais para validar intervenções voltadas à saúde e ao envelhecimento.

Um marco para a estimulação cognitiva no Brasil

Outro ponto que torna essa pesquisa especialmente relevante: ela é o primeiro ensaio clínico randomizado de longa duração no Brasil avaliando um programa de estimulação cognitiva com idosos saudáveis.

Ao todo, participaram 207 pessoas com 60 anos ou mais, divididas em três grupos:

Grupo treino – Participantes das aulas Supera nas unidades da marca (igualzinho aos nossos alunos regulares);

Grupo controle ativo – Participantes de aulas sobre envelhecimento saudável;

Grupo controle passivo – Participantes sem nenhum tipo de intervenção.

Essa estrutura permite comparar os efeitos do programa com diferentes contextos, aumentando a confiabilidade dos resultados.

A publicação do estudo também ajuda a preencher uma lacuna científica no país, ampliando a relevância da pesquisa nacional sobre envelhecimento saudável.

Benefícios para memória, raciocínio e saúde mental

Os participantes que realizaram o programa de estimulação cognitiva apresentaram melhora em diferentes habilidades mentais, incluindo:

  • Planejamento
  • Organização
  • Tomada de decisões
  • Estruturação do pensamento
  • Fluidez na comunicação

Essas capacidades fazem parte das chamadas funções executivas, responsáveis por coordenar diversas atividades cognitivas do dia a dia.

A estimulação cognitiva, nesse contexto, é considerada uma intervenção não farmacológica importante, capaz de contribuir para:

  • Manutenção da autonomia;
  • Fortalecimento da saúde mental;
  • Preservação das capacidades cognitivas;
  • Promoção do envelhecimento ativo.

Ciência, transparência e compromisso com qualidade de vida

A publicação em uma revista científica internacional documenta publicamente o método, detalha o desenho do estudo e insere o Supera na literatura científica internacional.

Segundo Bárbara Perpétuo, vice-presidente do Supera, esse avanço reforça o propósito da instituição: “investimos em saúde, qualidade de vida e estimulação cognitiva. Ter respaldo científico de alto nível consolida esse propósito e oferece fundamentação teórica e prática para nossos alunos em todo o país”, declara a executiva.

Então, sim: o Supera tem comprovação científica

Com a publicação desse estudo, uma pergunta recorrente finalmente ganha uma resposta clara: o Supera tem comprovação científica.

Estamos falando de um ensaio clínico robusto, conduzido por pesquisadores da USP e publicado em periódico internacional, que demonstra benefícios relevantes para memória, cognição e saúde mental em pessoas idosas saudáveis.

Para quem já participa das aulas, os resultados ajudam a explicar aquilo que muitos alunos relatam na prática.

E para quem está conhecendo o método agora, fica a boa notícia: a ciência também entrou na conversa, e os dados são bastante consistentes.

Para ler a pesquisa na íntegra, CLIQUE AQUI.

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