Declínio cognitivo em mulheres: por que ele pode ser maior e como prevenir? 

Publicado em: 06/03/2026 Por Supera
Declínio Cognitivo em Mulheres

O declínio cognitivo em mulheres têm sido um grande debate na ciência e na mídia nos últimos anos. Elas enfrentam diariamente as responsabilidades de serem mães, esposas e cuidadoras dos pais e do lar. Devido a isso, as chances delas desenvolverem doenças neurodegenerativas aumentam, segundo estudos científicos. 

Em uma reportagem veiculada no Jornal da USP, foi citado um estudo americano que observou que a doença de Alzheimer tem mais recorrência nas mulheres do que nos homens. De acordo com a pesquisa, existe uma maior concentração da enzima USP11 ligada ao cromossomo X fazendo com que a proteína TAU, responsável pela regulação do dinamismo, estabilidade e funcionamento das estruturas dos neurônios, se acumulem duas vezes mais no cérebro feminino do que no masculino. 

Mulheres têm maior risco de declínio cognitivo?

Além dos fatores biológicos, como citado anteriormente, existem evidências que o declínio cognitivo subjetivo, ou seja, a percepção de que a memória e a atenção estão sendo afetadas são mais prevalentes nas mulheres. 

A publicação “Why Subjective Cognitive Decline is a Growing Health Issue Among Womeno” no site da Columbia Doctors mostra que essas queixas estão associadas a um maior risco de desenvolver demência, incluindo Alzheimer, em comparação aos homens.

Sobrecarga mental feminina e o impacto na memória 

O declínio cognitivo em mulheres também está relacionado a fatores sociais. Muitas acumulam jornadas profissionais e domésticas e continuam sendo responsáveis por serem o acolhimento emocional da família. Esse cenário é ainda mais forte na geração sanduíche, composta por mulheres que cuidam simultaneamente de filhos e dos pais idosos. 

A título de ilustração, as mulheres dedicam mais horas ao trabalho doméstico e cuidados familiares do que os homens, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Essa pressão contínua exige que as funções executivas do cérebro como planejamento, tomada de decisão, memória de trabalho e controle emocional estejam atuando ao máximo. 

Vale ressaltar que o estresse crônico associado a essas demandas podem também afetar áreas cerebrais fundamentais para a memória. 

Menopausa e memória após os 40 anos

A transição para a menopausa marca mudanças hormonais significativas, especialmente a queda nos níveis de estrogênio, que também influenciam diversas funções do organismo, incluindo aspectos da cognição. 

Um estudo publicado no PubMed Central (PMC), do National Institute of Health (NIH), indicam que tanto na fase peri‑menopausa quanto na pós‑menopausa há uma maior frequência de queixas relacionadas à memória quando comparadas a mulheres na fase pré‑menopausa. Entre os relatos mais comuns estão a necessidade de recorrer a ajudas de memória, dificuldade em lembrar números ou palavras específicas.

Esses sintomas parecem estar associados não apenas à diminuição de estrogênio, mas também a alterações no sono, humor e outros sintomas típicos desse período da vida. 

Leia também: Fatores de risco que contribuem para as demências

Como prevenir o declínio cognitivo em mulheres?

Vimos que nem tudo é um fator biológico.Muitas vezes as vivências também contribuem para o problema. Pensando nisso, o que as mulheres podem fazer para retardar ou prevenir o declínio cognitivo? 

O cérebro mantém a neuroplasticidade ao longo da vida. Então, se exercitar regularmente, ter um sono de qualidade, uma alimentação balanceada e gerir o estresse no dia a dia, ajuda na reorganização do cérebro e, por consequência, na prevenção desse problema. 

Seu cérebro merece o melhor e o Supera pode ajudar

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Cuidar do cérebro não é apenas prevenção contra doenças. É uma estratégia de performance e autonomia. Venha experienciar o método em uma aula experimental.

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