Treine seu cérebro: memória afiada

Publicado em: 06/02/2017 por: Barbara

memória afiada

Neurocientista garante dicas para manter memória afiada.

Memória afiada é tema de vídeo com neurocientista

O que significa memória para você? Para a neurociência, trata-se de toda informação que pode ser armazenada nos circuitos neurais e que tem influência no funcionamento do cérebro depois de ter sido “fixada” na mente. Mas, o que é possível fazer para mantê-la ativa e saudável?

O vídeo da série “Treine seu Cérebro” traz a resposta para você. Com o tema “memória afiada”, você vai descobrir como é possível preservar esta função cerebral.

Você pode começar adotando novos hábitos para manter sua memória afiada. Com algumas dicas para melhorar a memória como boa noite de sono, alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e cognitivos, como a ginástica cerebral do SUPERA.

Uma das alternativas para melhorar o desempenho do cérebro e a ginástica cerebral. Para lembrar do conteúdo no momento da prova, recordar os itens da lista do supermercado ou saber, na ponta da língua, quais são os principais tópicos daquela apresentação importantíssima para o chefe, é necessário preparar o cérebro para receber essa carga de informações.

Para isso, o treinamento com a ginástica cerebral vai impulsionar suas habilidades cognitivas a partir de atividades lúdicas e desafiadoras. A metodologia conta com um material didático exclusivo, jogos pedagógicos e online, cálculos com ábaco e dinâmicas em grupo. Tudo isso vai fortalecer suas conexões neurais e manter a memória afiada.

Memória afiada: conheça quais são os tipos de memória

Emocional

Relacionada a sensações, este tipo de memória pode ter cheiros, luminosidade ou sons que remetam a situações agradáveis ou não, mas que fazem parte das lembranças.  Sabe aquele cheiro de comida caseira que te faz lembrar a infância? Pois bem, este é um exemplo de memória emocional.

Declarativa

Já as lembranças que fazem parte dos fatos que você consegue contar são as chamadas memórias declarativas. As perdas de memórias declarativas são comuns durante o envelhecimento e podem estar relacionadas ao fato de dar menos atenção aos fatos corriqueiros. Ao mesmo tempo, podem estar associadas a doenças como estresse crônico, depressão ou mesmo as temidas demências, como o Mal de Alzheimer.

Não-declarativas

São memórias que não podem ser contadas ou ensinadas oralmente. Um bom exemplo disso é aprender a dirigir. Apesar da teoria, você só vai aprender se experimentar até que consiga realizar a atividade.

Este tipo de memória envolve outras áreas cerebrais como o cerebelo e os núcleos da base, que podem também ser afetadas por lesões ou doenças. Um exemplo disso é a doença de Parkinson, onde os circuitos do cérebro não conseguem mandar os comandos certos para que os músculos executem funções tão simples como andar ou engolir um alimento.

Agora que você sabe quais são os tipos de memória e como manter a memória afiada, assista ao terceiro vídeo da série e descubra as dicas da neurocientista.

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