4 dicas para treinar a plasticidade do cérebro

Publicado em: 13/09/2017 por: Leticia Maciel

4 dicas para treinar a plasticidade do cérebro - SUPERA - Ginástica para o CérebroOs estudos da ciência nas últimas décadas revelaram dois conceitos sobre o cérebro muito úteis para todos nós: a neuroplasticidade – plasticidade do cérebro – e a neurogênese.

A neuroplasticidade é a capacidade que o cérebro tem de se modificar, estabelecendo novas conexões neurais e aumentando sua reserva cognitiva. Já a neurogênese é a capacidade surpreendente que ele tem de produzir novos neurônios, algo que até a década de 80 era inimaginável até para cientistas.

“Há algumas décadas, o que sabíamos sobre neurônios é que eles não se regeneravam. Uma vez que uma lesão provocasse um dano nos neurônios não havia possibilidade de eles se regenerarem e tampouco de se restabelecer funções perdidas. Porém, a partir dos anos 80, alguns estudos mexeram com estas convicções, dando origem então ao conceito de plasticidade neural”, afirma a neurocientista Carla Tieppo, consultora do SUPERA Ginástica para o Cérebro.

Graças às novas descobertas, os cientistas hoje afirmam com propriedade que podemos potencializar nossas habilidades cognitivas, mudar nossos pensamentos, comportamentos, desenvolver e fortalecer as funções de neurônios, inclusive após determinados acidentes e doenças neurodegenerativas.

Se por um lado as pessoas que sofreram perdas podem recuperar funções do cérebro, por outro as pessoas que sempre tiveram o cérebro funcionando normalmente podem potencializar suas capacidades, aumentar sua reserva cognitiva e manterem-se ativas por muito tempo, inclusive com a chegada da terceira idade.

De acordo com a neurociência, o cérebro começa a ter perdas de memória, menos capacidade de concentrar e lentidão de raciocínio já a partir dos 30 anos. Mais uma razão para treinar a plasticidade do cérebro o quanto antes. 

Então, vamos às dicas para treinar a plasticidade do cérebro?

  1. Faça ginástica cerebral – programas de treinamento de cérebro baseados em neuroplasticidade deixa as pessoas nitidamente mais rápidas e capazes de perceber os detalhes importantes da vida cotidiana
  2. Aprenda coisas novas – Comece a fazer coisas que estejam fora de sua zona de conforto. Tocar um violão, andar de skate, dançar axé… Além de exercitar o cérebro, esta é uma excelente forma de autoconhecimento e evolução pessoal. “O maior inimigo do cérebro é a rotina”, afirma o fundador da rede de escolas de treinamento cerebral Antônio Carlos Guarini Perpétuo
  3. Busque novos caminhos, literalmente – Pegue o caminho mais longo da sua casa até o trabalho, ou da sua casa até a casa da sua sogra no fim de semana.. e preste atenção aos detalhes. Encontre atalhos e aprecie as novidades que ele oferece. Outra opção para ver coisas novas é viajar. Conheça novos lugares e aproveite também para fazer amigos. O cérebro adora novidade, variedade e novos desafios.
  4. Exercite-se e alimente-se bem: você pode caminhar ouvindo um audiobook no celular, entrando assim em contato com novas ideias. Procure consumir alimentos que te darão energia para o cumprimento da sua rotina e atingimento de seus objetivos. Há ainda alguns alimentos que favorecem o funcionamento do cérebro, os chamados brainfoods, como peixes, frutas vermelhas, ovos, azeite e oleaginosas.

 

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